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Por que dizem que o
medicamento homeopático
é só água, não tendo nada dentro?
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Quando Hahnemann iniciou a experimentação,
percebeu que certas substâncias não poderiam ser usadas em
grandes quantidades, passando assim, a diluí-las sempre na
escala de 1 para 100, criando um método reproduzível. A cada
diluição chamou de Centesimal, mais tarde, para
diferenciá-la de outras escalas denominou-se de Centesimal
Hahnemanniana - CH. Para usá-las como medicamento procedia
da mesma forma. Contudo, percebeu que, mesmo diluídas,
apresentavam agravações (aumento inicial da intensidade dos
sintomas) quando prescritas aos pacientes. Passou, então, a
diluir cada vez mais, agitando o medicamento (sucussões),
obtendo, desta forma, melhores resultados.
Mas não chega uma hora que, diluindo-se tanto, acaba a
substância original?
Sim, daí a necessidade das sucussões, ou seja, agitar o
frasco também 100 vezes a cada vez que se dilui. O efeito
medicamentoso em homeopatia não é bioquímico, mas
energético. A substância ao ser diluída e agitada, libera na
água uma informação que ao ser pingada sob a língua, a
transfere para o paciente. A informação ali contida estimula
os mecanismos naturais de cura do indivíduo (vix medicatrix
naturae), levando-o da doença para a saúde, através de suas
próprias condições intrínsecas. Estudos vêm sendo realizados
com as chamadas soluções não moleculares visando provar o
efeito biológico, não só da homeopatia, mas de outros
produtos que atuam da mesma forma: in vivo e não in vitro.
Dr. Heidwaldo A.Seleghini
Médico Homeopatia
http://www.drseleghinimedicohomeopata.com.br/
e-mail:
heidsele@ofm.com.br
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