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Sim e Não. Sim quando o órgão é vital e não tem mais
conserto, por exemplo o caso da insulina em diabéticos, da
digitoxina em cardíacos, dos hormônios tireoideanos quando a
tireóide já foi destruída, diálises nas insuficiências
renais crônicas, etc., nos demais casos o médico homeopata
fará uma avaliação e tomará decisões em cada situação
específica. Por exemplo, os doentes portadores de cânceres
que estão sob radioterapia ou quimioterapia e que ao mesmo
tempo estão utilizando o medicamento homeopático que
objetiva sua re-harmonização e reorganização como individuo
sofrem muito menos, pois apesar da desorganização geral que
essas técnicas provocam, o organismo, sob a informação do
medicamento homeopático, reorganiza-se rapidamente, é como
um navio em que está entrando água e a tripulação,
bombeando-a para fora, consegue reparar a avaria a tempo. O
mesmo pode-se dizer em relação a doentes portadores de
artrites reumatoides, lupus, escleroses múltiplas, etc.,
nestas situações, ao ser introduzida a informação
homeopática que mobiliza o sistema em sua totalidade,
observa-se melhoria visível na sintomatologia, o que
autoriza o médico homeopata a retirar paulatinamente os
medicamentos não homeopáticos, uma vez que os consertos
feitos pelo organismo já estão em curso e são suficientes
para mantê-lo bem, sem sintomas e às vezes até dado por
curado daquela doença. Percebe-se pois que todos os doentes
podem beneficiar-se do tratamento homeopático, em alguns
haverá concomitância de tratamentos mas na maior parte das
vezes apenas a informação homeopática será necessária.
Dr. Matheus Marim
Médico Homeopata
e-mail:
mmarim@dglnet.com.br |